Magicalbeans’s Blog

Você sabe a diferença entre BuzzMarketing e Marketing Viral?

Novembro 16, 2009 · Deixe um comentário

Muitos confundem o buzzmarketing com o marketing viral. Com o intuito de esclarecer as diferenças, escrevo este post que é baseado em uma das palestras do Infnet.

Buzzmarketing vem de buzz, o burburinho, é a pesquisa sobre o que falam a respeito da marca na rede. Entramos em blogs, comunidades do Orkut e Facebook, no Yahoo Respostas e etc… em busca de informação: estão falando bem ou mal da minha marca? E o que estão falando? Quais são as reclamações? E os elogios?

Assim, este levantamento do cenário irá direcionar o planejamento de marketing, para potencializar os pontos bons e melhorar imagem sobre os pontos ruins.

Segue o passo a passo:

1. Levantamento de cenário,

2. Perceber os drivers positivos,

3. Perceber os drivers negativos,

4. Desenvolver o plano de ação.

E o marketing viral? É simplesmente saber usufruir o boca-a-boca. Um simples blog ou mesmo uma comunidade do Orkut é capaz de influenciar milhares de pessoas de diferentes lugares. Sempre “ouvimos” outras opiniões sobre determinado produto nestes meios. É até engraçado como pessoas que nem conhecemos se tornam tão próximas a ponto de influenciar sobre qual produto compramos, em que operadora de celular confiaremos, e assim vai…

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Palestra Fundamentos de Marketing Digital – Pontos Interessantes

Novembro 4, 2009 · Deixe um comentário

A palestra Fundamentos de Marketing Digital nas Mídias Sociais, de Sérgio Rodrigues, publicitário do Zarabatana Digital, no Infnet no dia 02 de setembro discutiu o uso das mídias sociais em campanhas publicitárias. A primeira questão abordada foi: o que é mídia social?

As mídias sociais são redes sociais que contam com conteúdo colaborativo, tais como os portais de broadcast de vídeos como o youtube e o videolog, sites de crowdsourcing, como o Yahoo Respostas, blogs, microblogging – o querido twitter! – e listas de discussões e fóruns.

Mas por que usá-las? Simples: atingir e impactar a sua rede de relacionamento. As redes sociais evidenciam o poder do boca-a-boca, gera mais atenção a mensagem veiculada, já que o emissor não é um desconhecido, mas alguém próximo, como m amigo ou colega de trabalho. Tudo isto potencializa o poder de comunicação.

Rodrigues, durante a palestra, aponta característcas de ações em mídias sociais:

ü      Identificação. O usuário deve identificar que se trata de uma ação publicitária, caso contrário poderá ignorá-la.

ü      Impacto Visual e tecnológico

ü      Proporcionar experiência ao usuário – este é o maior barato das novas tecnologias, com a experiência a pessoa apreende a informação, deixa a posição passiva diante do meio e constroi seu conhecimento. Este caráter usado na publicidade e nas RP pode reforçar ainda mais a imagem diante de seus públicos.

ü      Entretenimento, afinal, diversão é fundamental!

Por fim, ele dá algumas dicas. Ninguém envia uma ideia ao menos que:

ü      tenha compreendido,

ü      aumente seu poder de influencia ou sua paz de espírito,

ü      já tenha entendido as ideias fundamentais.

É isso!

 

P.S.: O Blog foi abandonado, pois estava dedicada a me transformar em webdesigner!

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Palestras Infnet

Setembro 4, 2009 · 2 Comentários

Ontem teve palestra no Instituto Infnet aqui no Rio! O tema foi “Fundamentos do Marketing Digital nas Mídias Sociais” com o publicitário, se não me engano, Sergio Rodrigues. Bem legal!!! To até pensando em fazer a pós em Marketing Digital por lá. Tem na Facha tbm. Mas não sei qual é o melhor…

O Infnet oferece várias palestras sobre design, TI e Marketing Digital. Vale a pena conferir!

Segue uma listinha com algumas palestras interessantes agendadas:

Criatividade: dom ou estudo?
Planejamento eficaz de e-mail marketing
Planejamento de Marketing e Mídia online

Para mais informações e outras palestras, clique aqui!
Ah! Depois publico a resenha da palestra!!

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O Twitter e as celebridades

Setembro 2, 2009 · 2 Comentários

O twitter da Xuxa deu o que falar na última semana. Tudo começou com as letras em maiúsculo, mas culminou mesmo com o seu “anjo” Sasha escrevendo “sena”, mas, bem, ela foi alfabetizada em inglês, né?! Hehehe

Não vou entrar no mérito do erro de português da Sasha, até porque erros todos cometem. O próprio Luciano Huck cometeu uma gafe tão ruim ou pior no twitter: ao mencionar sua viagem para Argentina, disse que levaria aquelas raquetes de matar mosquitos que são vendidas nos sinais de trânsito aqui do Rio, assim se preveniria da gripe suína. Alguém confundiu gripe suína com dengue, não?! Mas este errinho grotesco, por sua vez, não teve tanto estardalhaço, e Luciano é uma das celebridades brasileiras com maior popularidade no twitter.

Tudo isso levanta a questão, já abordada aqui, da Web 2.0: o feedback é constante, o público não é mais passivo diante das mensagens veiculas. Agora ele é sujeito ativo e pode manifestar suas opiniões e chamar a Sasha de burra o quanto quiser e o mundo inteiro “ouvirá”. Cabe às celebridades aprenderem a usar esta ferramenta a seu favor, tal como o Huck, o Ashton Kutcher (que também já ganhou piadinhas de brasileiros e levou na brincadeira), e etc…

Enquanto não conseguem, fica a dica: não use! Ou melhor, contrate uma assessoria de comunicação (eu!) para um eficiente planejamento de marketing digital!

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Como fazer uma intranet funcionar de fato

Agosto 11, 2009 · 2 Comentários

A fim de agilizar os processos de comunicação e viabilizar o compartilhamento de conhecimento entre os funcionários, vem sendo implementado em empresas de pequeno, médio e grande porte, a intranet corporativa, inclusive na instituição onde trabalho.

Porém – sim existe um porém! – o novo nunca é aceito imediatamente. Sempre há uma resistência e a intranet acabou virando um depósito de informações que ninguém visita! Mais que isto, acredito que os funcionários a veem como um entrave, afinal, todo o mês todas as áreas são obrigadas a enviarem dados e planilhas para que a comunicação disponibilize na rede. O grande desafio, então, é fazer a intranet funcionar de fato.

Primeiro temos que mobilizar toda a equipe a cooperar, e, segundo, o mais difícil, criar a cultura no funcionário de buscar nessa ferramenta as informações necessárias para o seu dia-a-dia.  A primeira parte foi cumprida. Não há notícias velhas ou atrasadas no ar. Agora me resta alcançar a segunda parte. E eis a questão: como vou criar esta cultura?

Andei lendo artigos sobre o assunto em diversos sites como a Revista Webinsider e um outro só sobre intranet, mas não encontrei a solução do meu problema! Alguém tem alguma ideia que possa me ajudar? Já passaram por isso? Como funciona a intranet em sua empresa? O problema não é só meu, mas de muitos relações públicas e jornalistas espalhados na área de comunicação corporativa. Colaborem, por favor!

 

Grata, Juliana

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Marketing Digital

Julho 21, 2009 · Deixe um comentário

O Brasil tá entrando na onda do marketing digital,  a quantidade de políticos que vem me adicionando no twitter é cada vez maior. Vale dar uma lida na entrevista com Chris Hughes. Ele é o garoto – 25 anos – que esteve a frente da campanha de Barack Obama pela Internet. A matéria é do site da PEGN.

As empresas podem bolar uma estratégia para a internet como a que ajudou a eleger Barack Obama? R: Sim. As empresas que ouvem, de verdade, o que as pessoas têm a dizer alcançam o sucesso.

Por Marcelo Cherto*

Ele é conhecido como “o garoto que transformou Obama em presidente”. Chris Hughes, 25 anos, é um rapaz articulado e simpático. Não tem um pingo de arrogância. Um dos fundadores do Facebook, site de relacionamento mais popular do mundo, ele foi também o principal arquiteto da estratégia para a internet na vitoriosa campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos. O My.BarackObama.com formou 35 mil grupos voluntários, deu origem a 200 mil eventos de apoio, arregimentou mais de 2 milhões de pessoas e conseguiu arrecadar US$ 30 milhões. Mas Hughes descartou um emprego no novo governo, por achar muito “burocrático”.

No mês passado, Hughes encontrou o consultor Marcelo Cherto, da GrowBizz, no hotel Fontainebleau, point badalado de Miami Beach. Ambos foram palestrantes do Entrepreneurs Summit, evento organizado pela Endeavor Global que reuniu a nata dos empreendedores. A conexão foi imediata. Hughes concedeu a seguinte entrevista exclusiva (a primeira a um veículo brasileiro) a Cherto, que faz aqui uma participação especial em Pequenas Empresas & Grandes Negócios:

Qual será a nova grande onda da internet?

Uma tendência chave que vejo ganhar espaço é o compartilhamento. As pessoas querem dividir fotos, conhecimentos, vídeos, preferências, listas de amigos, o que for. E querem fazer isso por blogs, sites e outras ferramentas da web, como o GeoCities e o Facebook. Acredito que assistiremos a um aumento substancial na troca de informações de todos os tipos.

De que forma a democratização da Internet altera o comportamento do consumidor?

As ferramentas da Internet permitem que cada um de nós crie, estreite, fortaleça e mantenha relacionamentos com pessoas de qualquer parte do planeta e crie formas de gerir suas conexões. Quantas oportunidades tudo isso vem criando! Porém, é preciso que existam controles e mecanismos que garantam a privacidade das pessoas, para que estas se sintam seguras em compartilhar suas informações. A confiança continua sendo essencial nas interações humanas. Inclusive nas interações via Internet.

Na sua visão, quais foram as razões desse sucesso tão rápido e estrondoso do Facebook?

O Facebook foi criado como um lugar onde as pessoas pudessem ser elas mesmas. Esse sempre foi e continua sendo um dos principais valores da empresa, que esta preserva com muito cuidado. Nossos esforços sempre foram direcionados por um desejo genuíno de conectar as pessoas e de inovar continuamente.

Que dicas você pode dar a empreendedores que estejam em busca de recursos financeiros para viabilizar seus projetos?

Sou um idealista com relação a esse tema. Acredito que, se você tem uma grande ideia ou um produto realmente bom, que agregue valor, não terá dificuldade em obter recursos. Mas, para isso, seu foco não pode estar voltado para o dinheiro. Mantenha seu foco na criação e aprimoramento de seu produto e o resto acontecerá naturalmente.

Que conselhos você dá a quem esteja pensando em desenvolver projetos na área de tecnologia no Brasil?

O Brasil é um país muito rico em talentos. O importante é aprender a tirar vantagem daquilo que o país tem de único. Quais os recursos disponíveis? Que características culturais os brasileiros têm? Construir coisas novas a partir do que já existe, da cultura e do conhecimento acumulados, é importantíssimo, mas muitas vezes as pessoas se esquecem disso. Os brasileiros precisam, antes de mais nada, compreender qual é sua grande vantagem competitiva. E construir algo de valor a partir daí. As empresas podem bolar uma estratégia para a internet como a que ajudou a eleger Obama? A campanha de Obama foi bem-sucedida por causa do envolvimento das pessoas comuns. Cidadãos comuns decidiram apoiar um candidato que, acreditavam, poderia gerar transformações. A tecnologia teve um papel chave nisso, pois permitiu que esses indivíduos se auto-organizassem em comunidades e fizessem coisas concretas espontaneamente em favor do seu candidato. Acredito que é uma ação muito parecida com a forma como as empresas bem-sucedidas tocam seus negócios. Focando nas pessoas – seus clientes, consumidores, colaboradores, etc. – e fazendo com que cada um deles se envolva da maneira que estiver ao seu alcance. Ouvir as pessoas é fundamental. As empresas que ouvem – de verdade – o que as pessoas têm a dizer colocam-se em condições de alcançar o sucesso. * Colaborou Wilson Gotardello Filho

Fonte:  http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1700938-2991,00.html

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Alphagraphics – Tecnologia de outro mundo

Julho 19, 2009 · Deixe um comentário

“Ótemo” exemplo de viral

From https://twitter.com/cafa

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Evian Roller babies

Julho 13, 2009 · 2 Comentários

Ótimo exemplo de viral

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Ah! Vamos fazer um viral!

Julho 9, 2009 · Deixe um comentário

Certa rede de supermercados, procurando inovar, criou uma campanha publicitária na qual os seus consumidores deveriam criar vídeos caseiros com os produtos comprados em suas lojas. É uma ideia fantástica e criativa baseada na web 2.0 e na interatividade que irá construir uma relação íntima entre o público-alvo e a Empresa. Certo?

Não! Alguém, por acaso, imagina uma senhora ou mesmo uma mãe de família com uma câmera digital na mão filmando legumes e verduras em sua cozinha para uma série chamada Pepino Bill? A resposta é óbvia.

Isto nos leva as antigas aulas de estudo dos públicos e de instrumentos de RP da faculdade de relações públicas. A web 2.0 renova sim a comunicação, mas é preciso antes de tudo ter o foco no público ao qual você quer atingir, tal como nos foi ensinado quando falávamos de revistas e TVs a cabo. Atenção a faixa etária, sexo, classe social; o segmento ao qual ele faz parte, ainda é importante.

Decidir fazer um viral não é simples como “Ah Vamos fazer um viral!”. O público de um supermercado não é representado por jovens ávidos por tecnologia. A budweiser fez uma campanha nesta mesma linha, que, por sua vez, alcançou um grande sucesso. Seu público, porém, é bem mais jovem. Vale conferir!

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Novos caminhos para a comunicação

Junho 30, 2009 · Deixe um comentário

O vídeo acima foi exibido pelo Prof. Vinicius Pereira (UERJ/ESPM), na Semana de Relações Públicas da UERJ de 2009. É uma campanha de uma agência americana (?) que mostra como a lógica da comunicação de massa não se aplica ao atual modelo de comunicação, baseado na web 2.0.

A web 2.0 revoluciona toda a maneira de pensar a comunicação, e, portanto muda as estratégias de marketing e relações públicas das empresas. É cada vez maior o número de instituições que usam as mídias sociais para atingir seu público-alvo. Twitter, blogs, orkut são exemplos de canais que permitem a empresa estar em contato constante com o seu cliente em potencial, além de funcionários, parceiros e comunidades. Mais que isso. Possibilita que seja construído um relacionamento mais intenso, ou seja, com feedback imediato, direto com o público de interesse (é a cultura de nicho) e, o mais interessante sob os olhos do departamento de finanças, de baixo custo.

Entretanto é preciso ter certo cuidado. Os gestores desses processos devem entender que a Internet transforma o receptor em emissor, o que significa que o cliente pode falar mal de sua marca em seu blog. E o que fazer diante disto? Respeitá-lo e respondê-lo, jamais deletá-lo. Isso só acrescentará verdade e cumplicidade à relação e credibilidade à corporação.

Enfim, a web 2.0 veio para ficar e representa um desafio ao planejamento de comunicação. 

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